Por Cátia Oliveira e Lorena Bittencourt
5º Período de Jornalismo

 

Saúde e educação são áreas bem distintas, certo? Nem tanto. É possível não só conciliar os dois temas como também obter resultados significativos nessa aliança. É o caso do Programa Saúde na Escola (PSE), do governo federal, que desde 2007 tem oferecido um leque de serviços à população.

Em Pedra Corrida, distrito de Periquito, a 52 km de Governador Valadares, a situação não é diferente. O programa permitiu levar aos estudantes qualidade de vida e cidadania, com políticas de saúde e educação voltadas para as crianças, adolescentes, jovens e adultos nas escolas municipais.

E são vários tipos de atendimentos: avaliações nutricionais, antropometria, promoção à alimentação saudável, avaliação oftalmológica, saúde e higiene bucal, atualização e controle do calendário de vacinação, palestras e temáticas de saúde no âmbito educacional, prevenções ao consumo de álcool, drogas e tabagismo, promoção de atividades físicas e orientação sexual.

PSE 1

Teste de Snellen sendo realizado em aluno da Rede Municipal de Ensino

Mesmo com tantas ações, ainda há muito o que fazer. “Ainda existe uma distância muito grande na interação entre a área da educação e da saúde. A gente percebe que há uma dificuldade muito grande de a área educacional aceitar a área da saúde dentro da escola”, sentencia Isac dos Anjos, agente comunitário de saúde do PSE de Pedra Corrida. Mas já é o um começo. Segundo ele, o programa conta com agentes de saúde, enfermeiro, dentista, nutricionista e, indiretamente, a direção da escola e seus funcionários.

PSE

O PSE é um programa federal que gera verba para a saúde e para a educação das cidades participantes. Somente escolas municipais podem fazer parte do projeto. Para participar, a prefeitura deve fazer a inscrição no Departamento da Atenção Básica com um projeto já adequado às diretrizes educacionais do Estado. Os municípios que aderem ao programa.

No caso de Periquito, são quatro escolas municipais, dentre elas a de Pedra Corrida, que atualmente tem cerca de 160 crianças e adolescentes atendidas pelo PSE.

O programa é realizado uma vez ao ano, sempre no primeiro semestre. Os profissionais da saúde têm três meses para executar todas as ações nas escolas municipais. Nos seis meses seguintes, os estudantes que participaram do projeto e que tiveram alguma alteração nas avaliações são encaminhados para os respectivos especialistas, e somente no ano seguinte passam pela equipe do PSE.

FOTO: Divulgação/Isac dos Anjos

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