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O desafio de se conviver com Alzheimer

A Doença de Alzheimer foi descrita pela primeira vez em 1906, pelo psiquiatra e neurologista alemão, Alois Alzheimer. O Mal de Alzheimer, como é popularmente conhecida, é uma doença neurodegenerativa (destruição progressiva dos neurônios), que atinge principalmente a população mais idosa, acima dos 70 anos. Porém, pode também ter início precocemente, em pessoas com idade acima dos 40 anos.

As causas da doença ainda são desconhecidas, e infelizmente, não existe cura. O neurologista, Dr. Geraldo Abdala Salgado Rodrigues, alerta a família para os sintomas da doença. “O principal sintoma é a perda progressiva de memória, sobretudo para fatos recentes. Perda da capacidade de cuidar-se e de manter uma higiene saudável. A pessoa requer vigilância constante para evitar acidentes”, diz.

O mal de Alzheimer não tem cura, mas possui tratamento paliativo, no intuito de amenizar a dor e o sofrimento do paciente e dos familiares, e tratamento com medicamentos. “O tratamento proposto é medicação específica, que só funciona no estágio inicial e sintomático (quando se aparecem os primeiros sintomas) com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente”, completou Geraldo Abdala.

Por Ludmilla Cotta
3º Período Jornalismo

Foto: Divulgação

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