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Segundo turno: Mitos e verdades sobre as eleições estaduais e federais de 2018

Por Leandro Silva (4º período de Jornalismo).

Urnas eletrônicas sendo passando por teste e manutenção. Crédito: Leandro Silva.

Estão acaloradas as campanhas políticas dos candidatos a governador e presidente. Com isso, várias informações correm a rede mundial de computadores. Mas, afinal, o que é mito e o que é verdade?

Nas ruas, encontramos várias dúvidas. Marcos Galvão questionou sobre os votos brancos e nulos: “Eles vão para algum candidato? Como funciona isso?”

Segundo o chefe do cartório eleitoral de Governador Valadares, Jean Claudio Faria, os votos brancos e nulos têm o mesmo efeito, não sendo computados para nenhum candidato.

“Há um boato de que os votos brancos vão para a legenda, ou para o candidato que já está na dianteira, mas isso já mudou há bastante tempo. Os votos não vão para ninguém, mas para o combo da porcentagem de comparecimento às urnas. Afirma-se muito que a quantidade de votos nulos influenciaria na realização de uma nova eleição: se chegasse a 50% dos votos nulos, uma nova eleição deveria ser realizada. É outra lenda. Não existe isso”, explica Jean Claudio.

O eleitor Marcos Galvão apresenta outra dúvida: “Eu não sei o que é permitido ou proibido em questão de propaganda eleitoral tanto na rua, quanto pessoalmente. Não sei nada referente a isso”. A resposta é simples. Na propaganda eleitoral hoje, são proibidos os usos de carros de som, exceto em carreatas, e estão proibidos os outdoors. Diariamente em dois horários estão disponíveis as propagandas eleitorais gratuitas nas TVs e rádios, mais inserções durante as programações.

Jean destaca também que no dia da eleição são permitidas algumas manifestações silenciosas de voto: “No dia da eleição, continua valendo que o eleitor pode manifestar sua opção por determinado candidato. Por exemplo, o eleitor pode usar uma camisa, um boné ou broche. O que não pode é que um determinado candidato use isso como um brinde para um eleitor… O que a gente pede aos mesários é verificar se há uma quantidade grande de pessoas com uma vestimenta padronizada, que poderia configurar um uniforme padronizado, e seriam acionados nossos órgãos, promotor, a Polícia Federal para investigar de onde vêm essas camisas, o que poderia configurar uma propaganda eleitoral irregular e até um crime eleitoral de compra de votos.”

Na maior festa da cidadania do país, fica a dica: No dia da eleição, leve seu título de eleitor físico ou mesmo no smartphone pelo aplicativo e-Título, que será aceito para as pessoas que realizaram o cadastramento biométrico a partir de 2015 em Valadares, juntamente com documento com foto.

A votação ocorrerá no dia 28 de outubro, de 8h às 17h.

 

Urnas eletrônicas devidamente testadas e organizadas para os trabalhos da eleição. Crédito: Leandro Silva.

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